Mais que o pensamento: Eu sou o ato.
Sou quem paga pra ver, quem morre, sou quem mato.
Sou quem luta, quem julga, quem é julgado
Sou o mundo e o que nele é depravado.
Precipito entre noites e namorados
Perco a novela, o sono, estou cansado
vou levando, eu não paro.
Vou levantando, não calo.
Sou o poeta que morre atropelado.
Não paro, eu calo, não falo, me espalho
Sou o que resta do mundo admirado.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
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